quarta-feira, 1 de julho de 2015

Honda CR-V chega reestilizado, custando R$ 134 900


Com o lançamento do HR-V e sua atuação na faixa de preços entre R$ 70 mil e R$ 90 mil, a Honda reposiciona o CR-V para um patamar superior: agora, o crossover que compartilha plataforma com o Civic passa a ser oferecido em versão única, a EXL 4x4 automática. Externamente, as mudanças da linha 2015 estão nos faróis (com novo formato, luzes diurnas de LEDs e faróis de neblina com detalhes cromados), grade (com aberturas ao estilo colméia e frisos que se estendem aos faróis), nos para-choques redesenhados, nas rodas (aro 17'' com pneus 225/65) e no detalhe cromado traseiro que "interliga" as lanternas.






O CR-V traz pacote completo de equipamentos: volante com ajuste de altura e profundidade com revestimento em couro, comandos de som e controlador automático de velocidade integrados, materiais suaves ao toque no painel, bancos de couro (mesclando material natural e sintético), botão de partida no painel, destravamento das portas por aproximação da chave (Smart Entry), luzes de seta nos retrovisores, espelho direito com função Tilt Down (engatada a ré, o retrovisor se ajusta para baixo), teto solar elétrico, sensor de chuva, ar-condicionado digital com duas zonas de temperatura e saídas de ar traseiras, além do botão ECON com Eco Assist (indicador luminoso de consumo de combustível).



Entre os itens de segurança estão: controle de tração e estabilidade VSA (Vehicle Stability Assist), direção elétrica MA-EPS (Motion Adaptive Electric Power Steering, que torna mais leve ou enrijece o esterço do volante dependendo das condições), assistente de partida em ladeiras HSA (Hill Start Assist), freio de estacionamento no pedal esquerdo e airbags frontais, laterais e de cortina para motorista e passageiro da frente.


O sistema multimídia com tela de 7 polegadas sensível ao toque conta com vários recursos: GPS com as informações de trânsito por meio de radiofrequência (sem necessidade de conexão 3G) das capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, conexão Wi-Fi com uso de browser para acesso à internet (quando o veículo não estiver em movimento), conexão Bluetooth para fazer chamadas e reproduzir áudio. entrada HDMI, duas entradas USB, CD player, entrada auxiliar e câmera de ré com três modos de visão (normal, com campo ampliado e de cima para baixo), contando ainda com a guia dinâmica, na qual as linhas acompanham a rotação do volante.


O motor é o 2.0 16v SOHC i-VTEC FlexOne (que dispensa reservatório de gasolina para partida a frio, aquecendo o combustível ao destravar as portas), que rende 150 cavalos com gasolina e 155 cv com etanol a 6300 rpm; o torque é de 19,3 kgfm a 4700 rpm com gasolina e 19,5 kgfm a 4800 rpm com etanol. O câmbio é automático de cinco marchas e tração 4x4 “Real Time”, que percebe e corrige automaticamente a falta de aderência nas rodas em terrenos escorregadios e acidentados.


Com três anos de garantia sem limite de quilometragem, o CR-V 2015 está disponível em duas novas cores (Modern Steel Metallic, cinza metálico, e Red Copper Pearl, vermelho perolizado das imagens), além do Taffeta Whitte (branco sólido), Alabaster Silver Metallic (prata metálico) e Crystal Black Pearl (preto perolizado). Seu preço é de R$ 134 900; as pinturas metálicas e perolizadas representam um acréscimo de R$ 1200.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Bentley apresenta... Continental GT Speed Breitling Jet Team Series Limited Edition


O nome do carro é enorme, mas se explica: Continental GT Speed é o batismo da versão esportiva do cupê inglês, e a série limitada (Limited Edition) customizada pela Mulliner presta homenagem à esquadrilha francesa Breitling Jet Team, surgida em 2003 (aliás, mesmo ano em que foi lançado o Bentley) que utilizam os aviões checos Aero L-39 Albatros. Como são sete jatos, também serão apenas sete as unidades produzidas.


Externamente, o Bentley ostenta uma mescla das pinturas Hallmark e Onyx com toques na cor Breitling Yellow na parte inferior, no painel e nos bancos. O britânico será apresentado durante a performance da equipe da Breitling na Boeing Seafair Airshow em 31 de julho, trazendo o motor 6.0 de 635 cavalos, que o faz acelerar de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos e alcançar 331 km/h de velocidade máxima.


smart forrail: uma compacta... locomotiva?



Diferentemente do Brasil, os trens e metrôs são transportes públicos essenciais para se cruzar cidades na Europa, enquanto os centros urbanos são em geral dominados por eficientes carros compactos. A smart resolveu juntas as duas coisas e apresenta o forrail concept, que anda sobre trilhos! Apesar de visualmente ser bem parecido com o forfour de rua, não é tão simples quanto parece adaptar as rodas de aço sólido aro 22'', com peso unitário de 80 quilos: foram necessários seis meses para engenheiros da Interfleet realizarem a modelagem em CAD e estudarem criteriosamente a viabilidade do devaneio - e acabou dando certo, mesmo considerando que as locomotivas tradicionais pesam 70 toneladas e contam com motores a diesel de 16 litros, enquanto o pequeno smart adota motor 1.0 e pesa cerca de uma tonelada. O volante foi inutilizado para evitar o desvio dos trilhos.



Testado nos trilhos da Bluebell Railway, estação operada particularmente, o compacto de quatro lugares percorreu sozinho os cerca de 16 quilômetros da via sem maiores problemas, sob espanto dos entusiastas do transporte ferroviário. Porém, logo após a missão, o forrail foi transformado de volta em forfour...



Auto REALIDADE ultrapassa 5 milhões de acessos!


Mais uma meta do Auto REALIDADE está cumprida: chegar a cinco milhões de visitas! A responsabilidade de oferecer conteúdos mais precisos aos nossos leitores é crescente: procurar informações confiáveis, realizar comparações, históricos, traduções (não só de línguas, como também de informações como torque, velocidade e consumo), visitar concessionárias, conhecer a fundo carros e (por quê não?) abordar temas curiosos e até humorísticos, como as pegadinhas de 1º de Abril!

Apesar de eu (Júlio Max) assinar grande parte das postagens, não se trata de uma missão solitária. Além dos editores Rafael Susae e Daniel Girald, temos o apoio de boa parte das assessorias de imprensa das montadoras brasileiras (e de algumas estrangeiras) no envio dos chamados "press-releases". Além disso, recebemos o apoio dos amigos do Grupo Auto REALIDADE, o feedback dos 1075 curtidores da página no Facebook, as dúvidas enviadas pelo e-mail blogautorealidade@hotmail.com e as opiniões de pessoas próximas e as informações dos amigos teresinenses. Aqui, ficam meus agradecimentos a Ingrid Ohanna, Eduardo de Jesus, Max Moraes, Gabriel Santos, Rafael GBR, Ítalo Borges, Luciano Pontes, Marlos Ney Vidal, Luciano Mainardo, Lucas Dantas, Luis Neto (Clube do Fusca), Xracer, Eduardo Marinheiro, Miguel Pilotto, Helisson, May, Henrique, Matheus Faire, Gustavo de Marchi, Victor Braga e Bravo, Bruno Miguel, Daniel Motta, Edwilson, Rodrigo Rodfer, Victor de Facci, Rodrigo Luan, Kiko Molinari (melhoras!), além de todos os colegas dos cursos de Comunicação Social 2013.1 e Ciência da Computação na UFPI, e de todos os parceiros que também escrevem em sites, blogs e revistas!

É verdade que nem sempre as coisas são fáceis. Os blogs geralmente são relegados a uma importância inferior a sites, programas de TV e revistas impressas, pelo menos entre algumas montadoras. Mas o que se percebe na prática é que as pessoas se informam e confiam mais em informações da internet: revistas tradicionais perderam muitos adeptos (inclusive eu e grande parte de meus colegas), por conterem erros graves em suas matérias, limitação de espaço para imagens e informações que em pouco tempo ficam defasadas. Verdade que há exceções, pois em algumas ocasiões estas publicações são convidadas a dirigirem carros que só chegam às lojas depois de semanas ou meses (no caso da Quatro Rodas, há ainda o teste de Longa Duração), mas fora isso, os atrativos são bem poucos diante do que se paga em uma revista, que pode chegar a 14 reais.


Outro tipo de mídia que tem acesso liberado a automóveis - e nem tanta boa reputação quanto os produtores devem imaginar - são os programas de televisão brasileiros, que em sua maioria tentam vender seus peixes em horários pouco atraentes ao invés de trazer informações essenciais, entre qualidades e defeitos. O programa que mais se aproximava do ideal em informatividade isenta, o Vrum, foi retirado da grade de programação do SBT após pouco mais de sete anos no ar. Mídias como o regional Auto Mundo saturam os espectadores com matérias que são praticamente releases lidos e transcrições de outras mídias (inclusive nosso Auto REALIDADE), feito por gente que não tem o mínimo de apreço por automóveis e que acaba atrapalhando as intenções do blog em mostrar aos internautas modelos como os da Chery. 


No exterior, os blogs são vistos como uma ferramenta mais informal, porém não menos informativa, para propagar informações de forma diária, objetiva e verídica. No Brasil, sites formais (que possuem todos os dados inerentes a empresas, além de um número de acessos ainda maior) são chamados para eventos, incluindo alguns fora do Brasil. Um dos objetivos do Auto REALIDADE é cobrir ainda mais o que acontece no mundo dos carros, de lançamentos a encontros de veículos antigos, com imagens, vídeos e impressões que auxiliem quem nos lê, e ser uma mídia reconhecida nesta categoria, compromissada com o Piauí e o País.


Estamos preparando diversas surpresas para celebrar esta marca de 5 milhões de acessos do Auto REALIDADE, alcançados em pouco mais de 5 anos no ar! Continue ligado para conferir todas as novidades, no Facebook (www.facebook.com/AutoREALIDADE) e no Instagram (www.instagram.com/autorealidade) - desde já, agradecemos a você!

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Audi A4 2016 evolui em todos os sentidos


Sucedendo o Audi 80, o A4 começou a ser produzido em 1994, sendo o modelo mais compacto da montadora de Ingolstadt (Alemanha) até o A3 ser revelado, dois anos depois. No Brasil, o A4 Sedan começou a ser importado em 1995, e a Avant (perua), no ano seguinte. Entre 2000 e 2004, atravessou uma fase de pouca personalidade, inspirado até demais no A6 "vigente" (e olha que o design levava a assinatura de Peter Schreyer...), mas ganhou uma nova derivação, a Cabrio - uma das sensações do Salão de São Paulo em 2002. A geração seguinte, que perdurou até 2008, ganhou vida nova sobre a plataforma anterior (com estilo de Walter de'Silva, o designer do Alfa Romeo 156), participou do Need For Speed Most Wanted e originou uma versão Seat, o Exeo (que é produzido até hoje). Já o A4 atual foi apresentado há oito anos no Salão de Frankfurt (Alemanha), mas se manteve atualizado com o face-lift de 2012 e originou uma segunda família, a A5, composta pelo Coupé, Cabrio e Sportback.

Agora, o A4 se reinventa e chega à geração B9 (incluindo as encarnações do antigo Audi 80). Sob um primeiro olhar, tanto o sedan quanto a station wagon não diferem muito do estilo típico dos Audi (lembrando especialmente traços do A3 Sedan e do reestilizado A8), mas as modificações foram profundas, a começar pela carroceria até 120 quilos mais leve, mesmo com as dimensões discretamente ampliadas (4,73 metros de comprimento [2,5 cm a mais], 2,82 m de distância entre-eixos [doze milímetros a mais], largura de 1,84 m [1,6 cm mais largo] e altura inalterada de 1,43 metro), - graças à adoção de aços de alta resistência em sua estrutura e a cortes de peso em componentes como direção eletromecânica (-3,5 quilogramas), freios (-9 kg), cabos de alumínio e bateria (-6 quilos), subestrutura dos bancos (-9 kg), carpetes, pedais e dutos do ar-condicionado (-4 kg), transmissão (-16 kg), diferencial (-1 quilo), eixo frontal (-6 kg) e suspensão MacPherson (-8 quilos).


A berrante cor Vegas Yellow (adotada em modelos da Audi mais informais, como S1, TT, R8 e recentemente em uma série especial do S3 nos EUA), uma das 15 tonalidades externas disponíveis - há ainda as colorações Argus Brown, Cuvée Silver, Floret Silver, Daytona Gray (no pacote S line), Glacier White, Gotland Green, Manhattan Gray, Matador Red, Moonlight Blue, Scuba Blue, Monsoon Gray, Mythos Black, Brilliant Black, Ibis White e Tango Red - reforça o tom de novidade da nova geração, que tem grade Singleframe mais angulosa (ainda abrigando as quatro argolas da marca), faróis e lanternas com recortes ousados e luzes Matrix LED (que permitem o "movimento" das luzes de seta), novos estilos de rodas (que vão dos aros 16'' e 17'' de série aos aros 18'' e 19'' nas versões quattro e S line) e a traseira acomoda saídas de escape duplas (Avant) ou separadas (Sedan).


Já internamente pouca coisa lembra o A4 atual. O volante de raios angulosos (sendo o central metalizado) concentra os comandos de som, os comandos de ar-condicionado estão mais refinados; painéis de portas e console central lembram o novo Audi TT, porém diferentemente do cupê, que conta somente com o Virtual Cockpit (de 12,3 polegadas à frente do volante) para todas as funções que demandam visualização (quadro de instrumentos, GPS e sistema de som), há um display dedicado ao sistema MMI (aliás, com uma tela bem fina, de apenas 13 milímetros de espessura) com tela sensível ao toque de 7 polegadas e resolução de 800 x 480 pixels ou com 8,3 polegadas e resolução de 1024 x 480 pixels e operação pelo console central, como no Audi anterior - e o Virtual Cockpit é opcional... 


O A4 2016 pode ser equipado com MMI Navigation plus, internet Wi-Fi LTE com velocidade de até 100 megabits por segundo, sistema de som da Bang & Olufsen com impressão de som tridimensional, 19 alto-falantes e potência de 755 Watts com amplificador de 16 canais; interface voltada a smartphones (que operem com os sistemas operacionais iOS 7.1 e Android 5.0 Lollipop ou superiores, através da entrada USB - item ainda raro nos carros da Audi) e interação com Apple Car Play, Android Auto, Google Play Music, Google Earth, Google Street View, iTunes, Pandora, Twitter, Spotify e WhatsApp, entre outros aplicativos; tablet traseiro de 10,1 polegadas com processador Tegra 40 NVIDIA, resolução de 1920 x 1200 pixels, memória interna de 32 GigaBytes ampliável com cartões microSD, câmera full HD; conversor digital para TV e DAB+ Radio, DVD Player, Bluetooth, entradas USB e para cartões SDXC, além de comandos de voz mais naturais: dizer "I want to call [nome da pessoa]" aciona o telefone; "Where can I fill up?" é o comando para buscar postos de gasolina, e "Where is the nearest Italian restaurant?", por exemplo, realiza uma busca de restaurantes.


A versão Avant passa a comportar 505 litros em seu porta-malas, ampliáveis para 1510 litros até o teto com os assentos traseiros rebatidos. O acionamento da tampa traseira é elétrico.


Desde o lançamento, a linha A4 já terá sete opções de motorizações disponíveis. Os motores a gasolina são o 1.4 TFSI (com turbo e injeção direta de combustível, rende 150 horsepower e 25,5 kgfm entre 1500 e 3500 rpm, força que, aliado ao câmbio automático S tronic de 7 marchas, leva o Sedan e a Avant de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e à velocidade máxima de 210 km/h, com consumo médio de 20,4 km/l) e 2.0 TFSI em "dois níveis": com 190 HP e 32,6 kgfm entre 1450 e 4200 rpm, ou 252 horsepower e 37,7 kgfm entre 1600 e 4500 rpm. Com o 2.0 menos potente, o A4 acelera de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos (sedan)/7,5 s (perua) e atinge 240 km/h (sedan)/238 km/h (perua); já com o motor mais forte, o sedan acelera de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos e a perua em 6 s, ambos com velocidade máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente, e consumo de até 17,5 km/l.



São quatro as opções movidas a diesel: 2.0 TDI em dois níveis de força (150 horsepower e 32,6 kgfm entre 1500 e 3250 rpm, com tempo de 0 a 100 km/h de 8,7/9 segundos, velocidade máxima de 219/213 km/h - para sedan e Avant, nesta ordem - e consumo de até 26,3 km/l) ou com 190 HP e 40,8 kgfm, que os leva de 0 a 100 km/h em 7,7/7,9 segundos e à máxima de 237/231 km/h, com consumo de até 24,4 km/l. Futuramente, serão apresentadas as versões ultra para os dois propulsores, com eficiência de combustível aprimorada (superior a 27 quilômetros por litro), além de uma opção 2.0 "detuned", com apenas 122 horsepower.

Já o 3.0 TDI seis-cilindros é o motor a diesel mais potente, podendo render 218 ou 272 horsepower e torque de 40,8 ou 61,2 kgfm (este último equipado exclusivamente com câmbio automático de 8 marchas tiptronic). Com a primeira opção, o A4 pode chegar a 23,8 kgfm, enquanto o segundo propulsor leva o Sedan de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos e a Avant em 5,4 s, com velocidades máximas restritas a 250 km/h e consumo de até 20,4 km/l.

E além de todas estas opções, no fim de 2016 será lançada a Avant g-tron, movida a gás natural ou o novo combustível e-gas desenvolvido pela Audi. Seu motor 2.0 TFSI renderá 170 horsepower e 27,5 kgfm. Os tanques, localizados na traseira, podem carregar 19 quilos do gás comprimidos a 200 bar. Bastam quatro quilos do gás para rodar 100 quilômetros, com autonomia estimada em 500 km. Abastecido com e-gas, uma alternativa à gasolina que é extraída pela composição metânica de micro-organismos, é possível rodar mais 450 km. 


Entre os itens de segurança, o novo A4 traz City Assistance (acima de 15 km/h, as luzes de LED nos retrovisores piscam "insistentemente" quando um veículo se aproxima rapidamente ou está em pontos cegos, a até 70 metros de distância), Parking Assistance (12 sensores e câmeras de 360 graus tornam o estacionamento muito mais fácil, bastando ao motorista atentar ao redor e dosar acelerador e freio), controle de velocidade de cruzeiro adaptativo (que seleciona uma de 5 distâncias a serem mantidas do carro da frente, freando e retomando a velocidade caso necessário; nas versões automáticas, opera de 0 a 250 km/h [!], nos manuais, pode ser ativado a partir de 30 km/h), Traffic-jam Assist (em velocidades acima de 65 km/h, gira automaticamente o volante guiado por sensores de ultrassom e câmera, porém apenas em estradas bem-pavimentadas e quando o tráfego estiver congestionado), Turning assist (em curvas somente à esquerda para carros com direção à esquerda e em baixas velocidades, de 2 a 10 km/h, ao se ligar a seta para o lado esquerdo o carro faz a curva sem o motorista precisar virar o volante), reconhecimento da velocidade exibida nas placas, da topografia da região e do tráfego à frente, entre outros recursos.


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