terça-feira, 30 de setembro de 2014

VW Jetta será fabricado no Brasil em 2015


Importado do México desde julho de 2006, o Volkswagen Jetta será produzido na fábrica Anchieta, na cidade de São Bernardo do Campo (SP), a partir do primeiro semestre de 2015. As unidades produzidas no Brasil se complementam às trazidas do México, que continuam a ser trazidas para o País. Outra novidade é que seu visual passa por uma atualização, que abrange para-choques, grade, lanternas e, internamente, volante, comandos do ar-condicionado e detalhes de acabamento.



Existe a possibilidade do motor 2.0 de 120 cavalos ser abandonado em prol do 1.4 TSI de 140 cv, o que ainda não foi confirmado pela Volkswagen. A linha de produção terá capacidade de produzir até 18 mil unidades por ano. Vale lembrar que o Golf VII será produzido na fábrica de São José dos Pinhais (PR), também em 2015.

Ferrari revela 458 Speciale A, sem capota


A Ferrari exibe no Salão de Paris a 458 Speciale com carroceria conversível - o "A" vem de "Aperta", aberta em italiano - que já chega com o status de colecionável: serão produzidas 499 unidades. Trata-se da Ferrari sem capota mais poderosa já produzida: pesando 50 quilos a mais que a versão Coupé (resultando em 1340 kg), ela mantém o motor 4.5 V8 de 605 cavalos @ 9000 rpm e torque de 55,1 kgfm @ 6000 rpm, a Speciale A acelera de 0 a 100 km/h em 3,0 segundos.

O tempo de aceleração de 0 a 200 km/h é de 9,5 segundos, e seu tempo de volta no famoso circuito da marca em Fiorano (Itália) é de 1 minuto, 23 segundos e 5 décimos de segundo (a Ferrari Enzo, por exemplo, cumpriu a volta em 1 minuto, 24 segundos e 9 décimos de segundo).



segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Hyundai celebra dois anos de HB20 com série For You


Após dois anos de uma carreira badalada desde antes do lançamento - e cerca de 300 000 unidades comercializadas - a Hyundai passa a oferecer a série comemorativa For You para os HB20 Hatchback e Sedan. Baseado na versão 1.0 Comfort Plus, traz um pacote de equipamentos mais completo. As rodas aro 15'' "S-Wing", antes restritas à versão Premium, são de série nesta edição, assim como as luzes de seta nos retrovisores e os adesivos nas colunas das janelas. Os para-lamas dianteiros recebem o discreto adesivo "For You".


Por dentro, destaque para os bancos de couro preto com acabamento perfurado e costuras na cor cinza. O HB20 For You traz, ainda, ar-condicionado, direção hidráulica com ajustes de altura e profundidade, airbags frontais, freios ABS com distribuição eletrônica da frenagem (EBD), sistema ISOFIX de fixação de cadeirinhas infantis, travamento automático das portas a partir de 15 km/h, vidros elétricos nas quatro portas (a função um-toque é reservada ao vidro do motorista, e apenas para descer o vidro), banco do motorista com regulagem de altura, retrovisores externos com ajustes elétricos, rádio AM/FM, CD/MP3 Player, entradas USB e auxiliar, compatibilidade com iPod e iPhone e comandos no volante - na versão Sedan, há também Bluetooth com streaming de áudio e acesso à agenda do telefone - detalhes cromados e prateados, alerta sonoro de porta aberta e do não-afivelamento do cinto de segurança, gaveta sob o banco do motorista, abertura interna da tampa do tanque de combustível e computador de bordo com dados de autonomia, consumo médio, consumo instantâneo, tempo de viagem e hodômetro parcial.


O HB20 For You manteve as capacidades do porta-malas de 300 litros (Hatch) e 450 litros (HB20S), bem como o motor 1.0 12v Flex de três cilindros, com 75/80 cavalos @ 6000 rpm e torque de 9,4/10,2 kgfm @4500/5000 rpm (utilizando gasolina/etanol, nesta ordem).

Na versão Hatch, o HB20 For You custa R$ 39 990. O HB20S sai por R$ 43 375.

Mercedes-AMG C 63: até 510 HP de emoção


No Brasil, foi lançado em agosto o novo Mercedes-Benz Classe C, que conta com a versão 250 Sport, equipada com motor 2.0 Turbo de 211 cavalos. Mas, no Salão de Paris, será revelado (em carrocerias Sedan e Estate) o C mais esportivo já produzido: o C 63 AMG - com mais que o dobro da potência do Classe C com mais cavalos à venda por aqui. O motor 4.0 V8 Biturbo, também utilizado no esportivo AMG GT, rende 476 horsepower na versão mais "mansa" - existe ainda a S, com 510 HP. O AMG "normal" começa a ser vendido na Europa em fevereiro de 2015; a versão S, em abril.


Com o motor "menos potente", o C 63 acelera de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos - a Estate é apenas 0,1 segundo menos rápida. Já dotado dos 510 horsepower, o sedan chega aos 100 km/h partindo do zero em 4 segundos cravados, e a perua, em 4,1 s. Em todas as versões, a velocidade máxima é eletronicamente limitada a 250 km/h. A relação peso/potência é de 3,6 kg/hp no C 63 e 3,4 kg/hp na versão S.


Externamente, as modificações nos para-choques, spoilers laterais e saídas de ar privilegiam a aerodinâmica; as rodas aro 18'' ou 19'', com pneus 265/40, complementam o design. Por trás delas, pela primeira vez, estão disponíveis freios com composto de cerâmica, oferecidos em superesportivos do naipe da Lamborghini. O AMG Dynamic Select realiza diferentes ajustes de acordo com o modo de condução selecionado. Como de costume em se tratando de Mercedes-Benz, o C 63 chega inicialmente na série Edition 1, oferecida nas cores Polar White, Designo Diamond White Bright, Iridium Silver Metallic, Palladium Silver Metallic, Obsidian Black Metallic e Designo Iridium Silver Magno, vindo com rodas aro 19'', adesivos vermelhos na grade e nos retrovisores externos, acabamento interno em couro Nappa preto com cintos e detalhes contrastantes na cor vermelha, volante com o logotipo "Edition 1", entre outros itens.



sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Fiat convoca recall de Punto, Bravo, Idea e Doblò


A Fiat anuncia recall das versões Essence, Essence Dualogic e T-JET do Punto; Idea Adventure, Adventure Dualogic, Essence, Essence Dualogic, Sporting e Sporting Dualogic; Doblò Adventure, Bravo Essence, Essence Dualogic, Sporting, Sporting Dualogic, Absolute e Absolute Dualogic, todos produzidos entre 1º de fevereiro de 2012 e 22 de fevereiro de 2014, para a troca de óleo lubrificante da caixa de câmbio e substituição de componentes da engrenagem da primeira marcha, envolvendo somente os veículos que registram quilometragens superiores a 40 000 quilômetros.


Pode haver desgaste prematuro, dificuldade em engrenar a primeira marcha e também de arrancar o veículo, o que pode causar acidentes. O atendimento ao recall iniciou em 22 de setembro com agendamento prévio. A troca de óleo é realizada em até uma hora, enquanto a substituição dos componentes (caso necessário) pode levar 10 horas.


Chassis envolvidos

Punto Essence e Essence Dualogic - 1194449 a 1296320
Idea Adventure, Idea Sporting e Idea Sporting Dualogic - 2207059 a 2263214
Punto T-JET - 1194671 a 1295853
Doblo Adventure - 1091042 a 1113929
Idea Adventure Dualogic, Idea Essence, Idea Essence Dualogic - 2207056 a 2263233
Bravo Essence, Bravo Essence Dualogic, Bravo Sporting, Bravo Sporting Dualogic, Bravo Absolute e Bravo Absolute Dualogic - 9014646 a 9034364

Maiores informações

0800 707 1000
www.fiat.com.br

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Guerra dos aditivos [Alta Roda]


Política de combustíveis no Brasil continua errática e com alto grau de improvisação. Exemplo mais recente é a lei já aprovada que autoriza o aumento do teor de etanol anidro de 25% para 27,5%, desde que testes comprovem viabilidade técnica. Uma lei condicional! Não seria mais lógico primeiro fazer todas as avaliações e, se aprovada a nova mistura, então encaminhar projeto de lei ao Congresso Nacional? Na realidade, apenas jogada eleitoreira.

Motores modernos têm condição de lidar com esse aumento de mistura sem problema de partida a frio ou falhas de aceleração. Os testes conduzidos pela Petrobras deverão indicar isso, mas ninguém deu atenção aos motores antigos com carburador ou injeções de combustível de primeira geração. Além disso, o consumo pode aumentar marginalmente. A gasolina padrão para limites de emissões e metas de eficiência energética previstas no Inovar-Auto contém apenas 22% de etanol. Com 25% o motorista já perde um pouco em consumo e com 27,5%, mais ainda.

O governo tem feito trapalhadas. Em meados do ano resolveu estimular a melhoria relativa de consumo/autonomia entre etanol e gasolina em motores flex porque a indústria se acomodou e hoje mal consegue manter a paridade esperada de 70%. A nova lei sinaliza apenas que “poderá” haver abatimento de imposto para veículos que alcançarem relação acima de 75%.

Com a tendência de aplicação de turbocompressor, particularmente ótimo em motores flex por aproveitar bem melhor as características químicas do etanol, não seria difícil atingir a meta, embora a custo maior. Mas sem saber em quanto cairia o imposto e se o incentivo é por versão, modelo ou média de tudo que produz, nenhuma fábrica vai se mexer. Algumas estão até contrariadas, em especial as que por pura miopia têm motores flex sofríveis ao usar etanol.

No recente Seminário Internacional de Combustíveis, organizado pela AEA em São Paulo, ficou explícito a discórdia entre governo, agência reguladora (ANP) e Petrobras responsável, na prática, por toda a gasolina vendida no País. Em dezembro de 2009 se decidiu que em janeiro de 2014 só existiria gasolina aditivada, como na maioria dos países com grandes frotas. Isso não aconteceu e sim um adiamento para julho de 2015. Ou seja, uma finge que regulamenta e outra finge que não entende.

De qualquer forma, a atual gasolina S50 (50 ppm de enxofre), de melhor qualidade e obrigatória desde 1º de janeiro último, evoluirá dentro de menos de um ano (se não houver outro atraso) graças a aditivos detergentes e dispersantes para limpar e manter limpos injetores, válvulas, câmaras de combustão e coletores. No seminário se discutiu a qualidade mínima desses aditivos, os riscos de uso em excesso, a descontaminação das estruturas de transporte e como o mercado reagirá a 100% de gasolina aditivada.

As distribuidoras deverão se preparar para uma guerra de comunicação ainda maior em meados do próximo ano. Há aditivos específicos de redução de atrito entre pistões e cilindros, com potencial de discreta melhora de desempenho e até de consumo, que se somam aos aditivos detergentes-dispersantes. Cada uma terá de convencer o consumidor que a sua gasolina é superior à do concorrente.

RODA VIVA

AINDA no capítulo das trapalhadas, é inacreditável o governo estimular apenas modelos híbridos que não carregam bateria em tomada. Os puramente elétricos também ficaram de fora do corte no imposto de importação. São carros bem mais caros e, assim, de vendas limitadas, sem risco de sobrecarregar a rede elétrica.


MERCEDES-BENZ GLA, agora importado e nacional em 2016, destaca-se pelo estilo esportivo frente a outros SUVs compactos. Motor turbo 1,6l/156 cv dá conta do recado, mas ideal seria potência algo maior. Materiais internos, de primeira linha, contrastam com ausência de ar-condicionado automático e GPS para o preço de R$ 132.900. Versão completa salta para R$ 149.900.


NOVA geração do Honda City ganhou espaço interno (na frente e atrás), além de equipamentos como câmera de ré regulável em três ângulos. Melhorou o vão de acesso ao generoso porta-malas de 536 l. Câmbio automático CVT agora tem sete marchas virtuais e hastes no volante, mas o motor 1,5 L/116 cv vai melhor no Fit. Preços continuam bem puxados: R$ 53.900 a R$ 69.000.


MITSUBISHI Outlander terá no início de 2015 versão híbrida plugável em tomada. Diferencia-se por soluções técnicas brilhantes. A começar pelos dois motores elétricos (um para cada eixo) que permitem tração 4x4 gerenciável de forma automática sem o peso dos componentes mecânicos. Estes motores trabalham em série e em paralelo ao de combustão.


OUTRAS vantagens do Outlander PHEV: acelerar da partida até 120 km/h no modo elétrico, cinco níveis de gerenciamento de recuperação de energia em frenagens e possibilidade de ligar o motor a combustão apenas para recarregar a bateria. Esta última função permite, ao final de viagem em estrada, contar com a bateria em nível máximo para uso urbano.

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

Novo Ford Ka (já) é chamado para recall


A Ford convoca 219 unidades do Ka, modelo 2015, carroceria Hatch, produzidos de 06 de agosto de 2014 a 14 de agosto de 2014, por problemas no cilindro de ignição (que dá a partida), que pode apresentar torque abaixo da especificação. Assim, a chave poderá girar da posição “II” (Ligado) para a posição “I” (Acessório), desligando involuntariamente o motor, com riscos de acidentes e/ou falha no funcionamento de freios, direção hidráulica e airbags.

A substituição do cilindro de ignição e troca do cilindro da fechadura da porta do motorista e das chaves principal e reserva ocorre em cerca de uma hora, a partir de amanhã, 26 de setembro de 2014, mediante agendamento prévio.

Chassis envolvidos

8 últimos dígitos - de F8121717 a F8128826 

Maiores informações

0800 703 3673 

Chevrolet S10 ganha motor 2.5 ECOTEC Flex


Após pouco mais de dois anos de mercado, a Chevrolet S10 Flex abandona nas versões LT e LTZ o antigo 2.4 (oriundo de sua geração anterior) e adota o 2.5 ECOTEC de quatro cilindros e comando de válvulas continuamente variável, que rende 206 cavalos e 27,3 kgfm de torque com etanol. Na tampa da caçamba é aplicada a sigla SIDI (que significa Spark Ignition Direct Injection). Outra novidade é a recalibração das suspensões, para deixar este conjunto mais rígido, e a direção, mais direta.


As versões LT e LTZ da S10 Flex recebem câmbio manual com seis marchas - a última é a ideal para a redução do consumo de combustível e os níveis de ruído e vibração nas estradas. Além disso, a tração 4x4, disponível até então só na S10 a diesel, também passa a estar disponível para a versão Flex, garantindo mais estabilidade em pisos de pouca aderência ou acidentados ou rebocar cargas com mais facilidade, sendo acionada por um seletor no console central.


Na linha 2015, a S10 recebe melhor isolamento acústico da cabine, e na versão LTZ, painel com nova textura, moldura central do painel, das portas e do volante na cor preto brilhante, descansa-braço em couro na cor cinza, Assistente de Partida em Rampas (Hill Start Assist) e Assistente de Descida (Hill Descend Control), além dos controles eletrônicos de tração e de estabilidade (TC e ECS) e controle de balanço de reboque (TSC): caso seja detectado alteração de sua trajetória, os freios são automaticamente acionados e o torque do motor é reduzido.

A S10 2.4 LS continua em linha, vindo com ar-condicionado, computador de bordo, freios ABS, airbag duplo, e sendo a versão mais em conta: R$ 78 200. A S10 LT 2.5 4x2 parte de R$ 86 400 e possui  travas e vidros elétricos, piloto automático, sistema multimídia MyLink, regulagem da altura do volante e rodas de liga leve aro 16'', enquanto a LTZ, também com tração traseira, sai por R$ 97 700 e traz faróis com projetores, luzes traseiras de LEDs, rodas aro 17'', sensor traseiro de estacionamento, GPS, bancos de couro, comandos de som no volante, rack de teto, além dos itens acima. Ao se adicionar tração nas quatro rodas, a versão LT passa a custar R$ 92 400, e a LTZ, R$ 103 700 (modelo das imagens).


As versões LT e LTZ com motor 2.8 Turbodiesel e tração 4x2 saem por R$ 111 500 e R$ 131 000, respectivamente. Com tração 4x4, os preços sobem para R$ 121 800 e R$ 142 400.


Mitsubishi lança Outlander PHEV e TR4 ONeill


No final de 2014, chega ao Brasil o primeiro utilitário esportivo híbrido importado oficialmente, o Mitsubishi Outlander PHEV (sigla que representa "plug-in hybrid electric vehicle"), movido a gasolina ou eletricidade. Externamente, as diferenças em relação aos modelos 2.0 e 3.0 V6 são mínimas: rodas, logotipos laterais/traseiro e os dois bocais nos para-lamas traseiros: no lado esquerdo entra gasolina, e no direito, energia para as baterias.


Tecnicamente, o Outlander PHEV dispõe de três motores: um à combustão (Ciclo Otto) e outros dois elétricos síncrizados com imã permanente. O espaço interno é o mesmo das outras versões, e o aumento do peso total é compensado pelo aumento de potência e torque, segundo a Mitsubishi - sozinho, o 2.0 rende apenas 121 cavalos (menos que o TR4) e 19,4 kgfm de torque a tardios 4500 rpm, mas os motores elétricos adicionam mais 164 cv e 33,9 kgfm. É possível rodar cerca de 52 quilômetros sem o uso do motor a gasolina. As baterias podem ser recarregadas em uma tomada caseira de 110 ou 220V, levando até 5 horas para receberem energia completa (em 220V); com o Quick Charge, o tempo de recarga de 80% das baterias cai para 30 minutos. As baterias são seladas e contam com sistemas de proteção - em caso de acidente, são automaticamente desligadas, e em caso de enchentes ou em travessia em áreas alagadas, as baterias não são afetadas pela água.


No modo 100% elétrico, a energia acumulada nas baterias leva o modelo à velocidade máxima de 120 km/h; com o modo híbrido em série, o motor à combustão é utilizado apenas para acionar um gerador que produz eletricidade quando o nível da bateria está baixo, ou para aumentar a potência. Há ainda o modo híbrido paralelo, no qual o motor a gasolina traciona o veículo em conjunto com os motores elétricos quando uma potência extra é necessária. Perto da alavanca de câmbio há os botões "Charge" (que otimiza o uso do motor à gasolina para carregar a bateria) e "Save" (reduz o uso de energia da bateria). A energia cinética gerada durante a frenagem também é utilizada para carregar as baterias.


No quadro de instrumentos, a tela de LCD de 4,2 polegadas informa sobre nível de carga, modo de condução selecionado, fluxo de energia do sistema PHEV, entre outros dados - também é possível monitorar as informações por um aplicativo em português desenvolvido pela Mitsubishi, via smartphone ou tablet, que permite controlar remotamente o tempo necessário para recarregar a bateria, agendar um horário para iniciar e terminar a recarga, monitorar a carga restante em tempo real e programar o acionamento do ar-condicionado e aquecedor. 

O Outlander PHEV dispõe de recursos como: ACC (piloto automático adaptativo com seleção de distância - Longa, Média e Curta. Caso o veículo da frente frear, o Outlander acompanha a frenagem; quando a pista fica livre novamente, volta à velocidade inicial), FCM (Foward Collision Mitigation, que realiza frenagens a até 30 km/h, em iminência de uma colisão), LDW (Lane Departure Warining, que alerta sonoramente, e no painel, em mudanças de faixa sem sinalização). ASC (controle de estabilidade ativo), ATC (controle ativo de tração), AVAS (Acoustic Vehicle Alerting System - emite um som que simula ruído de rolamento até 36 km/h, durante a aceleração, ou abaixo de 32 km/h durante a desaceleração, para alertar os pedestres da sua aproximação), HSA (Hill Start Assistance, assistente de partidas em ladeiras), Power Tailgate (abertura e fechamento elétricos do porta-malas), direção elétrica, ar-condicionado Dual Zone, 12 pontos de refrigeração espalhados pela cabine, Black Glass (sistema multimídia com tela de sete polegadas touchscreen, com GPS que dispõe de 5499 municípios mapeados no Brasil, Bluetooth com streaming de áudio, entrada USB, interface para smartphones, CD/DVD, rádio, entrada para cartões SD, câmera de ré, Dynamic Information System, com acelerômetro, aceleração lateral, bússola, inclinação frontal e altitude, cintos de segurança de três pontos para os cinco ocupantes (os cintos dianteiros têm pré-tensionador e limitador de força) e nove airbags: dianteiros, cortina, laterais e para os joelhos do motorista. 

O Outlander PHEV estará disponível nas cores White Pearl, Titanium Gray, Black Pearl e Technical Silver, ao preço estimado de R$ 190 000.


O Pajero TR4, por sua vez, passa a ser oferecido a partir de outubro na série limitada O’Neill, alusão à grife de surfwear. Por fora, as diferenças estão no para-choque de impulsão dianteiro, nos adesivos O’Neill nas portas dianteiras, vidros traseiros e capô; rodas aro 17" na cor grafite, capa de estepe personalizada, moldura da grade na cor prata e rack de teto com travessas revestidas em espuma protetora, para carregar as pranchas de surf sem danificar a pintura.


Internamente, os diferenciais estão nos bancos com capas de neoprene e grafismo O’Neill, plaqueta de identificação numerada com a assinatura de Jack O’Neill e chaveiro exclusivo. A série limitada de apenas 600 unidades está disponível em duas cores, verde floresta e prata cool. Equipado com tração 4x4, câmbio automático, sistema multimídia com tela sensível ao toque, CD, DVD, entrada USB e conexão Bluetooth; direção hidráulica, ar-condicionado, sistema Keyless, porta-malas com tomada de força de 12V e mostrador central de data, hora e temperatura externa, esta série é equipada com motor 2.0 Flex 16v de 135/140 cavalos @ 5500 rpm e torque de 20/22 kgfm @ 4500 rpm.


As 600 unidades começam a chegar às concessionárias Mitsubishi no mês de outubro, pelo preço de R$ 82 990.



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