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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Honda apresenta novo City no Brasil


Após renovar Fit e Civic, a Honda apresenta a segunda geração do City, que será oferecido nas versões DX, LX, EX e EXL, com nova carroceria, equipamentos inéditos e motor 1.5 i-VTEC 16v FlexOne, que dispensa o tanquinho de gasolina para partida a frio.


Praticamente igual ao novo modelo tailandês, o City adotou a filosofia de estilo “Solid Wing Face”, uma bela evolução em relação ao visual do modelo anterior, de 2009. O capô recebeu dois vincos acentuados que se moldam à abertura superior da grade, as lanternas agora invadem a tampa do porta-malas (e são unidas por um friso cromado) . As dimensões gerais cresceram: a distância entre-eixos passa a ser cinco centímetros maior (2,60 m) e o comprimento, 5,5 cm maior (4,455 m). Para os ocupantes dianteiros, a distância entre os ombros foi aumentada em 4 cm e o espaço da cabeça ao teto está um centímetro maior. Atrás, houve aumento de 6 cm na distância para os bancos da frente e mais 7 cm no espaço para os joelhos. A capacidade do porta-malas foi ampliada para 536 litros (incluindo o espaço abaixo do forro plano).


Internamente, existem diversas similaridades com o atual Honda Fit, como o quadro de instrumentos, volante, tela touchscreen e console central. Nas versões EX e EXL, há detalhes cromados e centro do painel na cor preto brilhante. Na tela à direita do quadro de instrumentos exibem-se posição de marcha, consumo médio, consumo instantâneo e autonomia. O destaque do novo City é o ar-condicionado digital com comandos sensíveis ao toque.



Além dos obrigatórios airbags frontais, o City EXL possui bolsas de ar laterais dianteiras, cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes e sistema de fixação de cadeirinhas infantis (ISOFIX e LATCH).


O motor 1.5 i-VTEC FlexOne, de quatro cilindros e 16 válvulas com comando variável, gera 115/116 cavalos @ 6000 rpm e 15,2/15,3 kgfm de torque @ 4800 rpm (dados com gasolina/etanol, nesta ordem), quando abastecido com etanol – são 115 cv a 6.000 rpm e 15,2 kgfm a 4.800 rpm com gasolina. Estreia no City o câmbio CVT (Transmissão Continuamente Variável) com sete marchas "virtuais" e aletas no volante para trocas de marcha manuais, recurso disponível nas versões EX e EXL.

O City 2015 será oferecido nas cores Marrom Júpiter Metálico, Cinza Barium Metálico, Cinza Iridium Metálico, Prata Global Metálico, Branco Taffetá e Preto Cristal Perolizado. A versão DX traz de série rodas de aço aro 15” com calotas, câmbio manual de cinco marchas, retrovisores, travas das portas e vidros elétricos, som CD/MP3 player (alto-falantes, só na frente), direção elétrica EPS, ar-condicionado manual e painel de instrumentos com iluminação na cor âmbar. O LX, que já traz câmbio CVT, vem com grade dianteira e friso traseiro cromados, rodas de liga leve aro 16” diamantadas, 4 alto-falantes e banco traseiro bipartido com apoio de braço.


Na versão EX CVT, as maçanetas externas são cromadas e há faróis de neblina, retrovisores externos com luzes de seta, paddle shifts, ar-condicionado digital com comando touchscreen, sistema multimídia com monitor de 5 polegadas e oito alto-falantes, controle de áudio no volante, câmera de ré com três tipos de visão e Bluetooth (acima); controlador automático de velocidade e chave tipo canivete. Já o EXL CVT traz poucos itens a mais: bancos e volante revestidos em couro, apoio de braço dianteiro central e airbags laterais dianteiros.

Com três anos de garantia sem limite de quilometragem, o City DX parte de R$ 53 900; o LX custa R$ 62 900, o EX sai por R$ 66 700, e o EXL, por R$ 69 000 (todos com pintura sólida).

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Honda anuncia recall de Civic, Accord e CR-V


Os Honda Civic fabricados entre 8 de novembro de 2011 e 31 de julho de 2014 (modelos 2012 a 2015, da atual geração; existem unidades neste intervalo que não estão envolvidas), CR-V (feitos entre 20 de dezembro de 2011 e 18 de junho de 2012, modelos 2012) e Accord (unidades produzidas entre 18 de julho de 2002 e 1° de agosto de 2003, modelo 2003) estão envolvidos no recall da substituição do insuflador do airbag, sendo que no caso do Civic o problema envolve os airbags frontais; no CR-V, envolve o airbag do motorista, e no Accord, o problema está no airbag do passageiro.


Nestas unidades poderá ocorrer a ruptura da estrutura do insuflador em seu acionamento em colisões frontais moderadas ou severas, o que projetaria fragmentos na região interna do veículo, inclusive havendo possibilidade de incêndio em casos remotos (!). O atendimento ao recall deverá ser agendado por telefone ou site antes do deslocamento dos veículos envolvidos às oficinas autorizadas.


Chassis envolvidos


Civic - 93HFB••••••Z
2012 - 200001 a 400051
2013 - 201449 a 226272
2014 - 100157 a 186692
2015 - 200140 a 207030


CR-V - 3HGRM••••••CG
2012 - 500020 a 505704


Accord - 3HGCM56603M
2003 - 500001 a 500245

Maiores informações 

0800 701 3432 (de segunda a sexta-feira, das 08h às 18h – horário de Brasília)


terça-feira, 2 de setembro de 2014

Honda revela primeiros detalhes do novo City


A partir da segunda quinzena deste mês, a nova geração do Honda City chega às concessionárias brasileiras. Produzido na cidade de Sumaré (SP), já é possível reservá-lo para compra. Por fora, seu estilo tornou-se mais ousado e equilibrado, especialmente na traseira. O interior por ora não foi revelado, mas segundo a Honda, conta com detalhes nas cores preto brilhante no painel.

Como o novo Fit, o City aproveita o motor 1.5 i-VTEC 16v FlexOne, sem reservatório de partida a frio (que era acessado pela tampa do para-lama direito) e passa a contar com o câmbio CVT, com sete marchas virtuais e paddle-shifts atrás do volante, nas versões EX e EXL. 

Entre os principais itens destas versões, estão airbags frontais e laterais, ar-condicionado digital e sistema de som com visor de 5 polegadas. Os preços do City 2015 partem de R$ 53 900, na versão DX com câmbio manual de cinco marchas, e chegam a R$ 69 000 (EXL CVT).


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Honda apresenta Civic 2015, reestilizado


A reestilização do atual Honda Civic foi antecipada com sua recente perda do título de sedan médio mais vendido para o recém-remodelado Toyota Corolla. A linha 2015 com modificações visuais e de conteúdo chega primeiro às versões de maior volume de vendas, LXS (ao lado; por ora sem estilo renovado) e LXR, na segunda quinzena de junho. Dentro de alguns meses, a versão completa EXR também será renovada. 


Esta reestilização abrange grade frontal redesenhada, novo para-choque dianteiro, rodas aro 17'' de apelo esportivo e faróis de neblina circulares. As cores Azul Denim e Cinza Barium, metálicas, também são novas. Infelizmente a traseira permaneceu sem alterações, conservando os prolongamentos das lanternas (que ninguém no Grupo Auto REALIDADE aprovou).


Internamente, a parte superior do painel passa a ser preta, contrastando com a parte inferior em cinza-claro. As molduras do painel de instrumentos e do sistema de áudio ganham pintura prateada, e a versão LXR agora possui botões de comando no volante com aros cromados.


A versão de entrada (LXS) passa a integrar o time dos Honda FlexOne, sem reservatório de gasolina para partida a frio. O motor 1.8 i-VTEC SOHC produz 139 cavalos com gasolina a 6200 rpm e 140 cv com etanol, a 6500 rpm. O modelo está disponível com câmbio manual de seis marchas ou automático de 5 marchas. Já o LXR manteve o 2.0 i-VTEC de 150/155 cavalos (com gasolina/etanol, nesta ordem) e o câmbio exclusivamente automático com paddle-shifters.


Todas as versões trazem ar-condicionado digital, direção elétrica, central i-MID com tela de LCD colorida de 5 polegadas e informações gerais do veículo (sistema de áudio, computador de bordo e imagem da câmera de ré), acendimento automático dos faróis, farol baixo com projetores do tipo canhão, airbags, freios a disco nas quatro rodas, ABS e EBD.



Com três anos de garantia, sem limite de quilometragem, o Civic LXS manual parte de atraentes R$ 65 890. Com câmbio automático, o valor sobe para R$ 68 890. Já a versão LXR, automática, custa R$ 74 900. As cores metálicas e perolizadas acrescentam R$ 1100 ao preço final.


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Novo Honda Fit está no Aeroporto de Congonhas


Logo que a Nissan se prontificou a exibir uma unidade do New March dias antes de sua chegada às lojas, a Honda também resolveu mostrar sua novidade, o Fit 2015. Além de estarem próximos um do outro, tanto o March quanto o Fit expostos são azuis. Coincidência...? O fato é que os dois definitivamente não competem entre si: enquanto o Nissan parte de R$ 32 990 na versão Conforto, com motor 1.0, ar-condicionado e direção elétrica, e chega a R$ 42 990 na versão 1.6 SL completa, o Fit mais simples é o DX, que custa R$ 49 900 sem opcionais e, nesta versão EXL das imagens, sair por R$ 65 900. As fotos são de Rafael Susae.


Disponível nas concessionárias Honda brasileiras desde o início de maio, o Novo Fit ostenta visual renovado, mais atraente do que quando visto por fotos. As rodas aro 16'' e a cor Azul Netuno (metálica) causam boa impressão.


Apesar dos novos equipamentos alardeados no comercial para TV - o retorno do câmbio CVT, continuamente variável, câmera de ré e o sistema modular ULT, evoluído para ULTra-Seat - mesmo nesta versão completa o Fit 2015 não conta com ar-condicionado digital, sensor crepuscular, paddle-shifts, freios a disco nas quatro rodas, nem mesmo um mero temporizador do limpador de para-brisa traseiro. E a pintura do cofre do motor é digna de Toyota Etios anterior à linha 2014.

O motor 1.5 FlexOne gera 116 cavalos e 15,3 kgfm de torque. Confira mais detalhes do Fit 2015: http://autorealidade.blogspot.com.br/2014/04/finalmente-honda-apresenta-o-novo-fit.html


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Fit na ofensiva [Alta Roda]


Quem olha mais distraído pode ter falsa sensação de que o novo Fit é apenas uma evolução modesta do anterior. Ledo engano. Além de todos os painéis de carroceria terem mudado, perdeu o ar de carro comportado demais. Não desperta paixões esportivas, é verdade, mas alguns vincos ousados e entradas e saídas de ar (falsas) nos para-choques pegaram bem. Meio termo entre hatch e monovolume – aqui a Honda estimula o segundo enquadramento por ter menos concorrentes – o Fit pode significar mais do mesmo sem a conotação negativa desse termo.


No total há seis versões, da DX a R$ 49.900 à EXL (automática) por R$ 65.900. O preço foi e sempre será puxado pela própria filosofia construtiva do fabricante. Na média, os preços não subiram. Embora a versão de topo aponte para compacto a preço de médio (ao contrário de Logan ou Cobalt, por exemplo), oferece mais equipamentos que a anterior. Além de agora ter alcançado nota máxima (Inmetro A) em economia de combustível, o fabricante prevê passar de quatro para cinco estrelas nos testes de impacto (Latin NCAP). Isso tudo não vem de graça, como a velha história dos ovos e da omelete.


Continua lá a brilhante solução do tanque de combustível sob os bancos dianteiros. O tanque foi alargado e rebaixado (perdeu um litro de volume) para aumentar espaço para os pés dos passageiros de trás. Estes, aliás, ganharam 8 cm para os joelhos graças ao aumento de 3 cm na distância entre-eixos, mudanças na suspensão traseira e redução do porta-malas em 21 litros (ainda há bons 363 litros). Ao retirar os apoios de cabeça dianteiros, os encostos dos bancos reclinam 180° e se nivelam perfeitamente ao assento traseiro, como um leito. Pode-se transportar uma bicicleta sem remover a roda dianteira.


Até na versão superior de acabamento há plásticos duros em excesso no seu interior. Apenas onde roçam os cotovelos nas laterais de porta existe revestimento. Regulagem do encosto do banco do motorista ficou bastante precisa. Tela de cinco polegadas com câmera de ré nas versões mais caras não deveria excluir ar-condicionado digital. Involução clara foi substituir freio a disco traseiro pelo a tambor, cuja única vantagem é manutenção mais em conta.

Boa providência foi extinguir o motor de 1,4 L. O de 1,5 L (116 cv/15,3 kgf∙m – etanol) não se enquadra como bom flex por ter potência e torque praticamente idênticos com gasolina. A fábrica alega ter privilegiado consumo. Pelo menos a partida em dias frios dispensa gasolina graças a injetores aquecidos eletricamente. Como o carro perdeu até 60 kg de massa total e melhorou 13% no coeficiente aerodinâmico (Cx), ganhou em agilidade, embora a Honda continue sem informar dados de desempenho, ao contrário da Europa.


Uma surpresa: a evolução marcante do câmbio automático CVT. Cessou aquela sensação desagradável de patinagem contínua e motor sempre em altas rotações. Reações ao acelerar ficaram bem parecidas a um automático convencional. Mesmo sem marchas virtuais, o comportamento muda nitidamente com as opções S e L na alavanca seletora.

Previsão é o Fit passar, até o fim do ano, a carro-chefe da marca, que fará retoques no Civic em junho, terá um novo City em meados do segundo semestre e o Civic Si, no último trimestre.


RODA VIVA



TOYOTA bateu o martelo e não deixará (de novo) o Civic sozinho na faixa de consumidores que apreciam respostas vigorosas do pedal direito. Para enfrentar a volta da versão Si do rival apelará, da mesma forma, para importação restrita do Corolla Furia. Nome pode ser exagerado (talvez mude quando chegar), mas se baseará no modelo vendido nos EUA.



ESTE parece ser o ano do Japão no Brasil e não da Alemanha, no programa de intercâmbio mercadológico entre países. Além da renovação total de produtos da Honda, Nissan lança este mês novo March, novo Versa estreia no segundo semestre (ambos em sua fábrica recém-inaugurada) e Mitsubishi começa a produção nacional do Lancer em setembro próximo.


COMO é a sensação de rodar a 120 km/h, conta-giros a pouco menos de 2.000 rpm e economizar até 11% de combustível? Cativante, pode-se afirmar, no Range Rover Evoque com inédito (no Brasil) câmbio automático de nove marchas. Land Rover ainda reduziu os volumosos espelhos externos, somou sistema desliga-liga ao motor, controle de cruzeiro adaptativo e outros mimos.

PLÁSTICO reforçado por fibra de carbono terá preço reduzido em mais de 70% nos próximos anos e rivalizará com alumínio e aços leves na construção de veículos. Previsão da SGL, empresa alemã sócia de BMW e VW. No mundo ávido por redução de massa para economizar combustível, aquele material extremamente leve e resistente é escolha natural.

CUIDADO com ofertas de socorristas que trazem peças para aparente e conveniente substituição em caso de pane. Nem sempre a troca é necessária. Motoristas sentem-se aliviados por ter o problema resolvido e, em geral, não cobram explicações. Seria bom as seguradoras, que oferecem esse serviço, ficarem atentas ao selecionar esses prestadores de serviço.

Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).


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