segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

História dos Automóveis: Fiat Palio



Conheça agora a história do atual carro-chefe da Fiat. O Palio foi projetado para mercados emergentes como os da América Latina, África do Sul, Leste Europeu e alguns países asiáticos.

A Fiat já contava com um produto de tamanho similar para o mercado europeu, o Punto, lançado em 1993 para substituir o Uno, que já contava com 12 anos de mercado. O projeto, chamado de 178, teria uma suspensão mais simples e robusta e, ao contrário do Punto.



Pensa que o Punto é novidade? Ele já existia na Europa desde 1993

Mas para o Brasil os planos eram outros. A matriz italiana decidira que outro projeto, o de número 178, seria destinado a países em desenvolvimento, como os da América Latina, a África do Sul, a Índia e a parte mais atrasada da Europa. O carro teria suspensão simples e robusta e, ao contrário do Punto, daria origem a uma ampla
família, composta pelo hatch, o sedã três-volumes, a perua e um picape leve. E o Brasil seria o mercado a estrear a novidade.

No início do projeto, em 1992, pesquisas haviam colocado diante de potenciais clientes carros pequenos e médios nacionais (Gol, Uno, Chevette, Kadett) e alguns estrangeiros, como Suzuki Swift e Fiesta. O estudo apontou uma predileção dos entrevistados por desenhos que transmitissem segurança e robustez... como o do Gol. Assim, o Palio nasceu com esse objetivo em mente: dar a sensação de um carro sólido e resistente, mais que seu antecessor, o Uno. O estúdio ItalDesign, do renomado projetista italiano Giorgetto Giugiaro, trabalhou em uma proposta enquanto o Centro de Estilo da Fiat na Itália, em parceria com o estúdio I.DE.A., preparava outra.

No final de 1995, como forma de aumentar a expectativa do público e fazer esperar quem estava disposto a comprar um novo carro pequeno, a Fiat anunciava as primeiras imagens do projeto 178 de três portas. A intenção era substituir apenas as versões superiores do Uno, com motores de 1,4 (turbo), 1,5 e 1,6 litro, permanecendo o Mille como porta de entrada para a marca.

Seu nome era ao mesmo tempo divulgado: Palio, páreo em italiano; nome de uma corrida de cavalos que se realiza desde o ano de 1656, até hoje, na cidade italiana de Siena.



Foi apresentado à imprensa mundial em abril de 1996 nas versões de três e cinco portas. Isso só ocorrera uma vez antes na indústria nacional, com o primeiro Escort em 1983. O Corsa só recebeu as quatro portas também em 1996 e o Gol, em 1997.



O Palio contava com linhas arredondadas, frente baixa, para-brisas bastante inclinado e lanternas invadindo o vidro traseiro, de desenho irregular.

O interior também trocava os elementos retilíneos pelas curvas, do painel aos acabamentos das portas. De início eram oferecidas duas versões: EL, com motor de 1,5 litro e oito válvulas, e 16V, sigla que indicava as 16 válvulas do propulsor de 1,6 litro, que permitia que o pequeno carro acelerasse de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos. Os dados da fábrica indicavam velocidade máxima de 188km/h (apesar disso, a versão não era caracterizada como esportiva). A segunda incluía revestimento interno superior, itens de série como direção assistida e conta-giros e opcionais como rodas de alumínio de 13 ou 14 pol e faróis de neblina. Ambas podiam receber freios com sistema antitravamento (ABS), ar-condicionado e duas bolsas infláveis frontais, primazia no segmento dos pequenos e uma novidade na marca, pois apenas a do motorista era disponível no Tipo nacional.

Em julho de 1996 o carro era apresentado com o motor 1.0, que responderia pela maior parte de suas vendas. O motor Fiasa de 61cv equipava duas versões, a ED - que vinha apenas na versão três portas, com poucos equipamentos de série e rodas de ferro - e a EDX, de três ou cinco portas, mas com uma oferta um pouco maior de equipamentos, mas com para-choques em preto fosco.



Palio ED, o mais básico, não tinha nem calotas

A intenção da Fiat era substituir o Uno com essas opções, mas isso não aconteceu: apenas o Mille ELX, era eliminado em favor de uma versão única, SX, para 1997. A fidelidade dos proprietários àquele que já era o carro mais barato do Brasil lhe garantiria uma longa sobrevida.



Se do Uno a Fiat brasileira havia gerado uma linha de derivados, o três-volumes Prêmio, a perua Elba, o furgão e o picape Fiorino, era natural que o Palio seguisse o mesmo caminho. Seu primeiro "filhote" nascia em março de 1997: a perua Palio Weekend (fim de semana), em que o sobrenome era o mesmo usado pela matriz para essa versão de outros modelos. A própria Elba havia sido exportada para a Europa como Duna Weekend.



Disponível só com cinco portas, a Weekend vinha nas versões básica, com motor de 1,5 litro; Stile e Sport, estas com o 1,6 16V. A Stile, a mais luxuosa, incluía itens que o Palio não oferecia, como controle elétrico dos vidros traseiros e dos retrovisores, e trazia de série a bolsa inflável do motorista, uma primazia entre os carros nacionais.

Na Sport, o acabamento esportivo lhe caía muito bem: rodas de alumínio usinadas, volante esportivo de três raios (da Momo, exceto quando dotado de bolsa inflável), bancos com maior apoio lateral e de pernas, encostos de cabeça vazados, detalhes externos diferenciados. Até teto solar de comando manual podia vir nessa versão, em que o tempero picante do motor de 106 cv estava perfeito, e sua suspensão recebia molas mais firmes.



Ao contrário do Brasil, a Argentina sempre havia recebido bem o Prêmio, o Uno três-volumes: o carro chegou a liderar aquele mercado e teve uma sobrevida por lá, onde se chamava Duna após sair de produção por aqui. O país vizinho sempre gostou de sedãs pequenos. Assim, a Fiat viu em sua nova fábrica argentina, inaugurada em 1996 na província de Córdoba, a base ideal para fazer o Siena, o sedã derivado do Palio.



Lançado pouco antes no país de origem, ele chegava ao Brasil em agosto de 1997 em duas versões: EL e HL, esta mais luxuosa, equivalente à Stile da Palio Weekend. O motor básico era o 1,6 argentino de oito válvulas e 82 cv (como o usado no Tipo, com injeção monoponto), sendo o 16V de 106 cv disponível para o EL e de série no HL. Embora tivesse o maior porta-malas da categoria (500 litros), o Siena não agradava em estilo tanto quanto seus irmãos: o volume traseiro amplo e de desenho liso o deixavam um tanto inexpressivo, o que afetaria mais seu desempenho em vendas do que a marca poderia imaginar.

Embora de início tenha entendido (muito corretamente) que carros mais pesados, como o Siena e a Weekend, não deveriam ter versão de 1,0 litro, a Fiat não sustentou essa posição por muito tempo. Com o lançamento do Corsa Sedan de 1.000 cm³, no início de 1998, a marca de Betim teve de responder com o Siena de mesma cilindrada. Ele trazia, é verdade, algo mais: um câmbio de seis marchas, o que reduzia o intervalo entre elas para melhorar as acelerações.

Destacado no próprio nome da versão (Siena 6 Marchas), o câmbio tinha um escalonamento peculiar. A primeira extremamente curta ajudava a arrancar em aclives e, com as demais marchas bem próximas entre si, o motorista engatava a sexta ao mesmo tempo em que aplicaria a quinta em outro carro de motor similar. O desempenho, no entanto, era insatisfatório.



Renovados hatch, perua e sedã, o próximo passo era o picape da linha. Desta vez o resultado foi dos melhores: lançado em outubro de 1998, o Strada era bonito, oferecia boas soluções, amplo espaço para carga e a maior capacidade em peso do segmento, ainda que por margem mínima (705 kg), ante 700 do Saveiro e do Courier, enquanto o Corsa Pickup ficava em 575 kg.



Suas linhas harmoniosas haviam conseguido um bom resultado diante do grande aumento de entreeixos, de 2,36 metros do Palio para 2,71 m, enquanto os adversários da Volkswagen e da Ford causavam estranheza por essa dimensão (o da GM era bem mais curto e por isso mais agradável).

Sua oferta de equipamentos era incomum para a categoria, ao incluir bolsas infláveis, sistema antitravamento (ABS) de freios (pela primeira vez em
um picape leve) e cobertura marítima para caçamba, entre outros.

A alteração de versões marcava a linha 1999 da família. Os 1.0 foram renomeados de ED para EX e EDX para ELX.



Logo no início de 1999 o Palio trazia mais uma inovação ao segmento: a embreagem automática, de grande conveniência no uso urbano. De início exclusiva da versão Citymatic, similar à ELX, mais tarde foi estendida a todos os hatches de 1,0 litro. Embora não custasse caro (cerca de R$ 800), nunca obteve grande procura, o que desestimulou a marca a desenvolver sua aplicação aos motores Fire que viriam mais tarde. No mesmo ano a Weekend recebia a versão 6 Marchas de 1,0 litro.

A habilidade de perceber demandas do consumidor e a agilidade em responder a elas foram, sem dúvida, atributos que contribuíram para o sucesso da Fiat rumo à liderança do mercado durante a década passada. E dois exemplos dessas qualidades apareciam em 1999: a Palio Adventure e o Strada de cabine estendida.



A Adventure (aventura em inglês) surgiu da percepção de que muitos compradores de utilitários esporte com tração integral não tinham necessidade do sistema ou, no caso de trações temporárias, sequer sabiam operá-la. Passavam toda a vida do carro com tração parcial apenas, pois na verdade interessavam-se por seu estilo robusto e pela resistência aos pisos acidentados do dia-a-dia. Os pneus e o vão livre do solo (40 mm maior) do Strada, aliados a acessórios fora-de-estrada, criaram uma perua que poderia ir mais longe que um automóvel comum quando acabasse o asfalto, sem os inconvenientes de peso, consumo e preço elevados de muitos utilitários.

O jeito "aventureiro" da versão era assegurado por um certo excesso de adereços: pára-choque de impulsão (um risco em caso de atropelamento, veja abixo), faróis de longo alcance e de neblina, estribos tubulares (meramente decorativos, dada a altura do carro), molduras nos pára-lamas, bagageiro mais alto, molduras nas lanternas traseiras, colunas posteriores em preto fosco e pára-choques sem pintura.



Por sua vez, o Strada Cabine Estendida atendia aos "picapeiros" interessados em maior espaço interno para bagagem (protegido das intempéries e, até certo ponto, de furto), mesmo às custas de uma perda de capacidade na caçamba. Era oferecido somente em versões Working 1,5 e LX 1,6 16V. A cabine 30 centímetros mais longa permitia boa reclinação dos encostos, afastava dos ocupantes o vidro traseiro (às vezes fonte de intensa incidência solar) e até abria espaço para um teto solar. Opcional ao LX, podia ser basculado ou removido, mas não tinha forro, falha que o tornava fonte de calor.



Em fevereiro de 2000 a Fiat dava uma boa notícia a quem procurava algo mais do que um modelo de 1,0 litro: a estréia do motor Fire (Fully Integrated Robotized Engine, ou motor robotizado totalmente integrado) de 1,25 litro (vendido como 1,3 litro), 16 válvulas e 80 cv. Bem mais moderno que os antigos 1,0 e 1,5, era econômico, desenvolvia boa potência em baixa rotação e acabava com o problema da correia do comando.

Embora ainda não parecesse defasada em relação à concorrência, a linha Palio chegava ao modelo 2001 com novo desenho(aliás, conhecia-se as linhas do novo Palio desde janeiro de 2000, com a exibição de projeções da Quatro Rodas que ficaram muito próximas do resultado final). Frente e traseira do hatch, do Siena e da Weekend eram refeitas pela renomada ItalDesign de Giorgetto Giugiaro, que veio ao Brasil para o lançamento da família, em setembro de 2000.



A frente comum à linha perdia um pouco da identidade, pois os faróis e grade retilíneos lembravam um pouco os do Gol, reestilizado em meados de 1999.



De traseira, o Palio era apenas retocado, mas os outros dois irmãos apresentavam grandes alterações (para bem melhor no caso do Siena, antes criticado pelas linhas sem apelo). O interior ganhava painel e bancos redesenhados, ar-condicionado mais eficiente e comando hidráulico de embreagem. A linha compunha-se das versões EX (só hatch e Siena), ELX (todos) e Stile (hatch e Weekend).



O Siena ficava mais bonito

Junto ao novo desenho, novos motores de 1.0 litro foram apresentados: o Fire 1.0 8V, de 55cv - de potência menor que o antigo Fiasa(que a essa autura ja tinha sido substiituido, mas com uma melhor distribuição potência/RPM - e 1.0 16V, de 70 cv. Eram mais modernos, leves e econômicos. As unidades 1.3 16V e 1.6 16V continuavam disponíveis. O modelo com o desenho da primeira geração, ainda não-desatualizado em relação à concorrência, continuava em linha, com o nome de Palio Young, até 2002, quando foi substituída por uma versão com o novo desenho (a Fire) e acabamento simples.

Embora discretamente mostrada no lançamento do Palio, a Adventure demorava um pouco mais para chegar ao mercado, em fevereiro de 2001. E tinha boas novidades, como motor de 16 válvulas, estribos com seção retangular (úteis para proteger a carroceria de pedriscos) e opção de subwoofer no sistema de áudio. Mas ainda tinha o quebra-mato, um perigo em atropelamentos (vale sempre lembrar disso).





Na linha 2002 era renovado o desenho do Strada, em simultâneo à chegada da versão Adventure, com os mesmos acessórios dessa versão da perua.

Em resposta a diminuição do IPI, que favorecia motores de maior cilindrada, a Fiat rapidamente apresentou o Palio de motor 1.3 (1.250 cm³) em versão 8 válvulas, com 67 cv. Com menor potência que o antigo 1.0 de 16V, tinha mais torque em baixas rotações.



O Palio Fire, que aposentava o Young, mas mantia a simplicidade

Em 2003, aproveitando um acordo de fornecimento de motores com a General Motors, o excelente motor 1.6 16V, que sofria com os altos preços de importação da Itália, foi pelo 1.8 8V de 103 cv de origem GM. Nesse mesmo ano o antigo Fiasa 1.5 voltou ao mercado, movido a álcool e equipamento apenas os modelos básicos da linha, em versões destinadas principalmente a frotistas e empresas.

Mas o Palio renovado para 2001 já não parecia tão atual em um segmento repleto de novidades, como Honda Fit, Citroën C3, VW Fox e as novas gerações de Corsa, Fiesta e Polo. A equipe de Giugiaro foi mais uma vez requisitada para elaborar a terceira versão de estilo da família, mantendo a seção central da carroceria original. Não é tarefa fácil atualizar um desenho de 1996 sem gerar desequilíbrio de linhas, mas o estúdio do mestre italiano até que se saiu bem.



A reestilização do Palio era apresentada em novembro de 2003; a do Siena e da Weekend, em março seguinte; e a do Strada, em junho.



Todos exibiam uma frente moderna, com formas arrojadas, enquanto as traseiras dividiam-se entre as linhas simples e angulosas do hatch (abaixo), as arredondadas do sedã e as congestionadas da perua, com suas lanternas enormes.



Nos dois últimos, a intenção de fazê-los parecer maiores levou a um certo excesso, mas o Siena parece ter caído no gosto da maioria.



A Weekend, nem tanto. As lanternas não lhe lembram panetones?



As versões Adventure finalmente abandonavam o quebra-mato, adotando um visual ainda assim agrassivo.





O painel era completamente novo, com linhas mais retas e modernas, e foi o primeiro carro brasileiro do segmento a contar com bolsas infláveis frontais e laterais e toca-CD com MP3 player. Os materiais empregados em seu interior eram de melhor qualidade e o ambiente geral da cabine era agradável.



O Palio Adventure mostrava-se mais confortável com o novo interior

Foi introduzido o motor Flex que é abastecido com (álcool e/ou gasolina): 1.0 8V, que desenvolvia 65 cv com gasolina e 66 com álcool; o 1.3 8V de 70 cv abastecido com gasolina e 71 cv com álcool e o 1.8 8V, com 106 e 110 cv, respectivamente. Em 2005, o motor 1.250 deu lugar a uma nova unidade 1.4 de 80 cv.

A linha 2006 do carro podia contar com uma nova versão do motor GM de 1.8 litro, com reajustes na alimentação e árvores de balanceamento que deixavam seu funcionamento mais suave. Com 115 cv, a primeira versão equipada com esse motor foi a 1.8R, reedição das clássicas versões esportivas do Uno na década de 80. A versão se diferencia por ter acabamento interno na cor vermelha; máscara negra nos faróis, rodas exclusivas e aerofólio traseiro.



Desde o lançamento da "terceira geração" do Palio existiam rumores sobre a possível "quarta geração" do projeto 178 - desde uma outra pequena reestilização até mesmo a sua completa substituição pelo modelo europeu, Grande Punto.

As especulações começaram a ganhar um rumo mais sólido em abril de 2006, quando o site chinês Auto Sohu conseguiu fotografar o novo Siena (vendido por lá como Perla), em testes naquele país.



Com diferenças significativas no conjunto óptico dianteiro, as hipóteses de uma pequena atualização ou a total descontinuação da linha para 2007 estavam descartadas.



O Palio 2008 foi lançado no dia 28 de fevereiro de 2007. Os faróis de dupla parábola com formato irregular e uma leve abaulação deram lugar a faróis de parábola única e desenho convencional (parecidos com os do Grande Punto), que agora invadem as laterais.



A traseira também recebeu alterações: as lanternas traseiras invadindo o vidro da tampa. As lanternas estão instaladas em uma posição baixa e em um formato horizontal, diminuindo de tamanho em relação à terceira geração (foi considerada feia por muitas pessoas, pois lembrava o Clio de 1996, o Daihatsu Charade e o Gol G4, este lançado em setembro de 2005).



Esse verde-kiwi não agradou muito no lançamento

A placa de identificação voltou a ficar no pára-choque, que por sua vez ficou mais proeminente. O vidro da tampa traseira deixou de se estender até as laterais, e agora está emoldurado e com um leve caimento em sua parte inferior.



Nesta remodelação, a Fiat alterou a laterais do modelo, vincando as portas em duas posições e estendendo os pára-lamas. Tal procedimento, que envolve mais custos do que a mera re-estilização da dianteira e da traseira, faz desta a primeira "modificação total" da carroceria do Palio em onze anos de produção.

Ainda em 2007, já em novembro, era apresentado o Novo Siena 2008. Com a frente modificada, foi considerado mais bonito que o hatch.



Mas a traseira era o que recebia o grande diferencial. Reveja como o Siena foi melhorando geração a geração:









Em 2008 eram apresentadas as versões Palio Weekend ELX, Trekking e Adventure/ Adventure Locker...



Palio Weekend Trekking



Palio Weekend Adventure Locker

...além da Strada Trekking e Adventure/Adventure Locker (abaixo).



Em janeiro de 2010 foi lançado o Palio com a frente "4,5" já exibida pelo Siena e por outros integrantes da família Palio.



Na ordem inversa, em abril era apresentado o Siena EL, com a antiga frente do Palio 2008.



Em julho, a Strada Cabine Dupla causava alvoroço e aumento nas vendas da picape.



A versão foi a última alteração (até fevereiro de 2010). Já em 2011 uma nova geração do Palio deverá dar as caras nas ruas brasileiras.



Projeção

Já com idade respeitável para um carro que mantém a carroceria original, o Palio permanece um sucesso: é o segundo modelo mais vendido do Brasil há anos e contribuiu fortemente para que a Fiat se tornasse líder de mercado de 2000 a 2003 e de 2005 até atualmente. Não conseguiu aposentar o Mille, é verdade, mas isso não depõe contra seu êxito. A receita para Terceiro Mundo da marca italiana deu certo.

10 comentários:

  1. O melhor texto que já li sobre a historia do FIAT Palio.

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  2. Um resumo interessante. Parabens. Não é o melhor mas, em linguagem adequada, dá o recado perfeitamente.

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  3. tenho um palio young e é ótimo nunca me deixou na mão amo esse meu carrinho anda demais msm sendo 1.0
    e ano q bvem prentendo pegar a nova geração do palio pois adoro palios

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  4. muito bom o texto,to comprando um ex 98 2p,meu primeiro palio,pra esses carros mais velhinhos é oq tem um desing mais conservado,creditos a Giorgetto Giugiaro.

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  5. Excelente artigo.
    Marcos Tony

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    Respostas
    1. Tenho um Palio 2008 mas já tive 2 versões anteriores. Recentemente uma batida levou faróis pois, grade, paralama...Achei que precisaria pegar peças usadas, mas achi num site www.htslatarias.com.br . Fica a dica pra quem precisa de peças pra reposição.

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  6. Tenho um Palio ELX 1.0 2006, muito bom, anda demais, confortável e econômico. Acho que de todas as versões lançadas é a mais bonita (Versão "bolha"). O modelo 2012 ficou muito arredondado, parece o 500 encorpado, feio e o preço e quase o do Punto.

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  7. Muito bom o artigo! Sou vendedor e defensor da marca FIAT,e sem dúvidas cada um desses modelos teve seu mercado e até hj são procurados,a liderança de 10 anos justifica. Forte abraço as todos!

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  8. Óimo texto... Minha mãe tinha uma Weekend Stile! Excelente carro, desempenho, acabamento... um luxo!

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  9. Tenho um palio elx 1.6 mpi gostaria de saber mais informações sobre ele.

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